Serviços
Benefícios
Agenda de Cursos
Balcão de Talentos
Meu Cadastro

Uso de medicamentos na amamentação deve ser orientado por farmacêutico



Conselho Regional de Farmácia de Alagoas faz um alerta às mamães.

Na semana em que se comemora o dia mundial da amamentação, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas faz um alerta às mamães que estão amamentando quanto ao risco do uso de medicamentos durante esse período.

A farmacêutica, Eliane Campesatto, explica que o uso de medicamentos durante a amamentação deve ser feito com muito cuidado e orientação porque a quantidade de um medicamento excretado no leite materno não pode ultrapassar a 2% da dose administrada à mãe.

“O farmacêutico precisa estreitar os laços com a mãe, criando uma relação de confiança e corresponsabilidade, estimulando o autocuidado e a percepção de problemas. Alguns medicamentos requerem muito cuidado por conta de suas reações adversas, como por exemplo, os utilizados na quimioterapia do câncer, o álcool, as anfetaminas, a sibutramina, os hipnóticos e sedativos, os anabolizantes, as substâncias radioativas, os analgésicos opióides, entre outros”, comentou.

A orientação da farmacêutica é embora alguns estudos indiquem que quantidades moderadas de muitos medicamentos não apresentem riscos para a criança, é fundamental a orientação médica ou farmacêutica antes que qualquer substância seja ingerida por mulheres que estejam amamentando, para evitar riscos à saúde do bebê.

Ela pontua que se ocorrer a necessidade de usar um medicamento contraindicado na amamentação, a interrupção temporária da amamentação pode ser uma alternativa, no entanto a mãe pode ir retirando o leite, com algumas semanas de antecedência, e estocar em congelador para alimentar o bebê no período de uso do medicamento.

“Caso isso não seja possível, é fundamental que a mãe procure o ajuda do pediatra, que orientará sobre os alimentos que o bebê pode receber”, alertou.

De acordo com a farmacêutica, a prescrição de medicamentos para mães que estão amamentando baseia-se no conceito de risco e benefício. “Deve-se fazer opção, sempre que possível, por uma droga já́ estudada, que seja pouco excretada no leite materno e que não tenha risco aparente para a saúde da criança”, pontuou.

Fonte: Panorama Farmacêutico


Compartilhe


Comentários