46% dos brasileiros afirmam ter algum problema de saúde mental e emocional



Entre os principais problemas estão o estresse (28%), seguido por insônia (18%), falta de concentração (13%) e depressão (10%), acordo com pesquisa realizada pela DSM.

Para entender os principais problemas e preocupações das pessoas com relação à sua saúde física e mental, especialmente em tempos tão complexos como este da pandemia da Covid-19, a DSM, empresa global de origem holandesa voltada para a saúde, nutrição e biociência, realizou a pesquisa “Health & Wellness 2021”.
Aplicada em 11 países da América Latina, entre eles o Brasil, com mais de 6 mil pessoas, o levantamento constatou que 46% dos brasileiros declaram ter algum problema de saúde mental e/ou emocional, sendo o estresse o principal deles (28%), seguido de insônia (18%), falta de concentração (13%) e depressão (10%).

Agonias

Essas enfermidades também estão entre as mais citadas pelos brasileiros quando questionados sobre quais são as principais preocupações em relação à própria saúde.
Ser acometido pelo estresse aflige 60% das pessoas.
Já o cansaço físico e a falta de energia 58%, a imunidade e o sobrepeso são preocupantes para 55% dos entrevistados, respectivamente, e a depressão para 53%.
As preocupações seguem essa mesma linha, de acordo, então, com a pesquisa, quando se considera a América Latina:
63% tem receio com o estresse, 61% com falta de energia e cansaço, 59% com baixa imunidade, 58% com sobrepeso e 54% com depressão.

Saúde mental emocional

A pesquisa mostrou também que, além das pessoas darem, portanto, atenção aos problemas mentais e emocionais, a saúde física também é valorizada.
Prova disto é que 70% dos brasileiros entrevistados declaram, portanto, estar ingerindo mais frutas e verduras.
Já 59% afirmam ter reduzido o consumo de açúcar.
Enquanto 39% indicam que estão, então, tentando cortar totalmente o açúcar da sua alimentação.

Hábitos saudáveis

“O fato de as pessoas estarem atentas para criar hábitos mais saudáveis de alimentação é muito importante. Mas, boa parte da população não consegue manter uma rotina alimentar que forneça todos os nutrientes essenciais para a saúde nas quantidades recomendadas. Por isso, um dos maiores objetivos da área de Nutrição & Saúde Humana da DSM é inovar em soluções que ajudem as pessoas a garantir o aporte ótimo de nutrientes, seja por meio de alimentos fortificados ou suplementos nutricionais”, ressalta o vice-presidente de Nutrição Humana para a DSM América Latina, Giovani Saggioro.

Suplementos alimentares

Dessa maneira, então, a pesquisa constatou que o Brasil foi o país que apresentou maior aumento no consumo de suplementos alimentares no comparativo entre 2019 e 2021, de 51% para 69% dos entrevistados.
Os principais objetivos do uso de suplementos são ter mais energia, melhorar, portanto, a performance em exercícios e fortalecer a imunidade.
Já 72% fazem uso de vitaminas e minerais, seja para melhorar a saúde mental ou fortalecer a imunidade.
Por outro lado, as pessoas adotam dietas saudáveis pensando principalmente na manutenção do peso, na saúde cardiovascular e na prevenção de doenças no futuro.

Sistema imunológico

O conhecimento sobre como fortalecer o sistema imunológico apresentou bons resultados na América Latina.
No Brasil, foi identificado que 30% dos consumidores de suplementos começaram a consumir o item de forma mais frequente.
E 17% declararam ter começado a tomar um tipo de suplemento por causa da pandemia.
Outros 24% adicionaram novos suplementos aos que já consumiam antes da Covid-19.
Além disso, 44% dos entrevistados afirmaram terem mudado seus hábitos alimentares exclusivamente para otimizar a imunidade.

Nutrientes e vitaminas

Em relação aos nutrientes especificamente, 77% das pessoas consultadas têm conhecimento, então, dos benefícios da vitamina C para a saúde e 59% fazem uso desse suplemento vitamínico.
Já em relação à vitamina D, 70% reconhecem ser um bom aliado para a imunidade e 39% fazem, então, uso do nutriente.
“A vitamina D foi o nutriente que obteve maior crescimento em adesão entre os consumidores durante a pandemia, juntamente com o ômega-3. Provavelmente, esses resultados estão associados ao crescente número de evidências científicas que relacionam a vitamina D e o ômega-3 com a otimização da imunidade”, reforça Saggioro.

Fonte: Guia da Farmácia

Publicado em 26 de novembro de 2021


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