Aplicativos são revolucionários nos cuidados com a saúde




mHealth é nome dado à saúde móvel que beneficia pacientes e profissionais.

 

A OMS – Organização Mundial da Saúde, reconhece como saúde móvel as práticas médicas e de saúde pública que se utilizam da tecnologia dos aparelhos móveis tanto para médicos quanto para pacientes. Os aparelhos podem ir de tablets à celular, ou qualquer outro que seja usado de forma móvel.

Mobile health ou mHealth foi a definição popularmente usada para designar as práticas médicas por meio de tecnologia sem fio. Ela pode ser atuante em informações sobre prevenção, monitoramento e até diagnósticos de doenças.

Como funciona o uso dos apps?

Em tais aplicativos, o paciente pode adquirir informações sobre sua saúde e conhecimento do próprio corpo, embasadas em dados confiáveis e, assim, facilitar o caminho na identificação de sintomas e procura médica.

A comunicação com o médico também é facilitada no momento em que o profissional já recebe informações mais detalhadas sobre sintomas. O paciente por sua vez reconhece melhor a saúde e o próprio corpo.

Os apps também se colocam como um meio de redução de custos com a própria saúde, pela acessibilidade à informação. Os métodos tradicionais de pesquisa geram custos mais altos, com acessos mais restritos.

Mesmo que os médicos afirmem que os apps são apenas métodos auxiliares, os profissionais podem monitorar, por exemplo, dados de batimentos cardíacos de pacientes distantes, ou informações sobre desconfortos gestacionais, facilitando o caminho entre a ida ao consultório e uma consulta.

Exemplos de apps

O Heart Care, disponível para iOS e Android, comunica os batimentos cardíacos através da câmera do celular e do flash, pela fotopletismografia. De forma informal, a técnica permite analisar os batimentos cardíacos pelas alterações de absorção de luz pela câmera.

Um dos mais populares apps, reunindo atualmente 180 mil usuários, é o Whitebook, também para iOS e Android. Com 8 mil informações médicas que vão de bulas a protocolos, embasados em literatura médica pelos conselhos e sociedades de medicina do Brasil, Estados Unidos e Europa. O conteúdo é produzido e analisado por médicos, enfermeiros e jornalistas.

O InsulinApp é direcionado à médicos com outras especializações que não seja diabetes. No cadastramento do paciente, o médico também insere os dados de glicemia que foram coletados durante o dia, dessa forma o app desenvolve um modelo de prescrição que aponta a dose diária de insulina necessária. O aplicativo também se baseia na literatura médica, nas indicações das doses.

O futuro da mHealth

O termo novo “mHealth” ainda tem muito a ser explorado e tende a ser uma estratégia evolutiva no que se diz respeito à saúde, ao trazer inovações, facilidade, cuidados com a saúde e redução de custos.

Quanto à regulação dos softwares e aplicativos móveis para saúde, a Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ainda está em fase de debates. A previsão é que a resolução saia em maio de 2020.

 

Fonte: Comunicação Sincofarma/SP


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