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Máscaras N95 ou equivalentes: uso racional e doação



Empresas devem avaliar seus estoques, definir critérios de uso e, quando possível, doar os respiradores excedentes para serviços de saúde.

 

A Anvisa orienta a indústria de medicamentos, insumos farmacêuticos, produtos para saúde, cosméticos e saneantes a fazer o uso racional de respiradores descartáveis e, quando possível, fazer a doação das unidades excendentes para serviços de saúde. A orientação está na Nota Técnica 02/2020 e é referente aos respiradores do tipo PFF2 (peças faciais filtrantes) ou superiores.

A recomendação é que as empresas avaliem seus estoques, revejam os critérios de uso e identifiquem se há respiradores disponíveis para repasse à União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O destino das peças serão os profissionais que trabalham nas emergências e Unidades de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública de saúde.

A medida faz parte das ações de enfrentamento da pandemia de internacional provocada pelo novo coronavírus (Covid-19). O órgão ressalta que os serviços de saúde que atuam no enfrentamento direto da pandemia de Covid-19 têm enfrentado severas restrições de equipamentos destinados a proteção individual de suas equipes.

Orientações

De acordo com a nota, as orientações “não representam uma inovação ou uma contrariedade aos Boletins Técnicos de uso destes respiradores, apenas atuam como um lembrete de que o gasto desnecessário destes equipamentos pode ser racionalizado neste momento de grave ameaça à saúde pública”.

Portanto, neste momento, a orientação é a de que os respiradores podem ser reutilizados pelo mesmo funcionário enquanto mantenham sua integridade estrutural e funcional e desde que o filtro não esteja danificado ou sujo. Para a Anvisa, os respiradores podem ser adequadamente racionalizados nas fábricas sem que isso represente danos aos trabalhadores ou aos produtos fabricados.

 

Fonte: Anvisa


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