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Ministério da Saúde muda versão do texto com orientações sobre uso de cloroquina em pacientes com Covid-19



Nova versão do documento, divulgada nesta quarta-feira, tem mudança no título, recolhe assinaturas de técnicos do ministério e traz alterações nas referências.

 

O Ministério da Saúde divulgou na tarde desta quinta-feira (21) uma nova versão do documento técnico no qual recomenda que médicos receitem a cloroquina e a hidroxicloroquina mesmo em casos leves de Covid-19.

O documento foi atualizado com alterações no título, referências bibliográficas, recomendações do CFM e recebeu a assinatura de funcionários da pasta. Veja abaixo o que mudou:

  • Mudança no título: o Ministério optou por trocar a palavra tratamento por manuseio no título do documento
  • Assinaturas: Sete funcionários do Ministério da Saúde passam a assinar as orientações
  • Referências: Após a revisão, o documento foi de 76 para 67 referências bibliográficas – uma reportagem do G1 que antes aparecia na lista foi retirada
  • Recomendações do CFM: O documento anterior dizia que o Conselho Federal de Medicina autorizava o uso de cloroquina, a nova versão traz ressalvas à recomendação

Novo título para o documento

Inicialmente, as orientações do Ministério da Saúde falavam em “tratamento medicamentoso precoce” para pacientes com a Covid-19. Nesta versão atualizada do documento, os técnicos da pasta substituíram a palavra tratamento para a palavra manuseio.

Além disso, o documento publicado na terça (19) dizia que os estados já tinham protocolos próprios de “associação de fármacos”. A versão divulgada na quinta já é mais direta e afirma que estados, municípios e hospitais particulares “já estabeleceram protocolos próprios de uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19”.

Assinatura de secretários

Agora aparecem as assinaturas de secretários no texto rebatizado como “Orientações do Ministério da Saúde para manuseio medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da Covid-19”. Na primeira versão, o documento não apresentava os responsáveis pela recomendação. Agora, assinam o documento:

  • Mayra Isabel Correia Pinheiro (Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde);
  • Cleusa Rodrigues da Silveira Bernardo (Secretária de Atenção Especializada à Saúde, Substituta);
  • Robson Santos da Silva (Secretário Especial de Saúde Indígena);
  • Daniela de Carvalho Ribeiro (Secretária de Atenção Primária à Saúde, Substituta);
  • Vania Cristina Canuto Santos (Secretária de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Substituta);
  • Wanderson Kleber de Oliveira (Secretário de Vigilância em Saúde);
  • Antônio Elcio Franco Filho (Secretário-Executivo, Substituto).

Alteração nas referências

Após a revisão, o documento foi de 76 para 67 referências bibliográficas – uma reportagem do G1, que relatava a proposta de pesquisadores do Ceará para que profissionais de saúde usassem de forma profilática hidroxicloroquina, que antes aparecia na lista foi retirada.

Nota do ministério

“Sobre a assinatura do documento das “orientações para manuseio medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da COVID-19”, o Ministério da Saúde informa que o tema vinha sendo discutido no âmbito do Ministério da Saúde por seu corpo técnico. Para deixar clara a participação e o envolvimento de todas as secretarias, os titulares das pastas assinaram o documento ainda na quarta-feira (20).”

 

Fonte: G1


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