Serviços
Benefícios
Agenda de Cursos
Balcão de Talentos
Meu Cadastro
Contribuições

Para executivos do varejo, os robôs não vão substituir empregos



Pesquisa realizada pelo grupo Mulheres do Varejo aponta que 85,8% dos executivos acreditam que os robôs não vão substituir tarefas feitas por humanos; 42% afirmam que as novas tecnologias serão fundamentais para melhorar a qualidade de vida.

 

No ambiente de trabalho contemporâneo, uma dúvida é frequente entre os funcionários: os robôs vão substituir as atuais funções dos humanos? Para executivos da área de varejo, a resposta é não. Segundo uma pesquisa realizada pelo grupo Mulheres do Varejo, 85,8% dos executivos acreditam que os robôs não vão substituir as funções que hoje são realizadas por humanos.

Ao contrário, as tecnologias auxiliam nas tarefas do dia a dia. A pesquisa enfatiza o conceito sociedade 5.0 ― tecnologias que não substituem as funções dos humanos, mas melhoram a qualidade de vida dos profissionais. São as tecnologias que permitem, por exemplo, reuniões online, automação de trabalhos de risco, ponto eletrônico remoto e aplicativos de gestão de vendas. Outros benefícios, segundo a pesquisa, são home office e flexibilidade de horário.

No entanto, menos da metade dos executivos (42%) disseram que as empresas investem nessas tecnologias. Dos entrevistados, 34% afirmam que faltam incentivos às empresas por parte do governo e que as companhias ainda esperam uma retomada da economia; 31% disseram que as empresas precisam de uma mudança cultural; 30% afirmaram que falta educação; 16% disseram que o humano precisa de mais valorização e 14% afirmaram que as corporações precisam de mais planejamento, organização, processos e disciplina.

“Há uma grande distância entre teoria e prática e portanto, um caminho longo a percorrer especialmente no Brasil. Os desafios são grandes e diversos. É preciso investimento e incentivo do governo e da iniciativa privada, seja para quebrar paradigmas culturais, eliminar as resistências às mudanças (comportamentos culturais) e educação. Tudo isso tem de ser realizado de forma planejada e integrada, ou seja, um desafio enorme em nosso país”, afirma Fátima Merlin, fundadora do Mulheres do Varejo.

Quando questionados sobre quais características femininas podem contribuir para a revolução tecnológica e que não podem ser substituídas por robôs, 34% dos entrevistados citaram acolhimento, empatia, olhar humanizado e relação interpessoal; 27% falaram em sensibilidade; 18% disseram multidisciplinaridade, multitarefa e visão do todo (holística); 18% citam atenção aos detalhes e organização; 6%, criatividade e inovação; 5%, intuição; 5% falam em adaptabilidade e flexibilidade; 3% citam equilíbrio entre razão e emoção.

 

Fonte: Época


Compartilhe


Comentários